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GTA
Age Of empires 3
6 Filmes de bruce lee: Dragão Chinês, A Fúria do Dragão, O Vôo do Dragão, Operação Dragão, Bruce Lee no Jogo da Morte, O Jogo da Morte 2/Torre da Morte
 

 Especial GTA
 
O jogo começou no PC em 1997, os criadores se basearam num novo conceito, roubar carros e trabalhar para gangues.
No começo da série não foi um jogo muito aclamado, mas ao chegar no Playstation 2, ganhou status de Best Seller.

GTA ganhou fama pelo seu conteúdo politicamente incorreto, gerou muita polêmica e discurssão, mas não deixa de ser um dos maiores sucessos dos vídeo games.

www.grandtheftauto.com

GRAND THEFT AUTO – O Original.
DMA Design
PC – PlayStation
Outubro 1998




A primeira versão de GTA, lançada em outubro de 1997 pro PC, trazia um enredo polêmico, você encarnava um gangster que trabalhava roubando carros e matando pessoas. O jogo tinha gráficos regulares e a imagem era vista de cima, coisa que não atrapalhava em nada a diversão.
No jogo eram retratadas as cidades de Liberty City, Vice City e San Andreas. Cada uma tinha um tamanho considerável e um trânsito bem movimentado de pessoas e carros.
Além dos roubos, o jogo trazia armas e palavrões, coisa não muito aceitável pra críticos...

 

 CHEATS

EATTHIS – Level de procurado no máximo
BLOWME – Habilitar coordenadas
BSTARD - Todas as cidades, armas e dinheiro
CAPRICE – Liberar todas as cidades
CHUFF - Sem Policia
FECK – Acessar Liberty City
GROOVY – Todas as armas
MADEMAN – Todas as cidades e armas
THESHIT - Todas as cidades, armas, vida infinita e 99 vidas
TURF – Todas as cidades
WEYHEY - 9,999,990 pontos
INGLORIOUS – Todas as cidades
SKYBABIES – Nivel pequeno
HANGTHEDJ - Todas as cidades, armas, dinheiro e um papagaio de personagem
PECKINPAH – Todas as armas e cidades
SATANLIVES - 99 vidas
EXCREMENT - 5x Multiplier
TVTAN – Abrir San andreas e liberty City, parte 1 e 2
URGE – Todas as cidades parte 1 e 2, menos Vice city

 

 GRAND THEFT AUTO LONDON 1969 – GTA na Europa.
DMA Design
PC - PlayStation
Abril 1999




Devido ao sucesso do GTA 1, em Abril de 1999 a Rockstar decide lancer um pacote especial, que retrata a Londres da década de 60. O jogo não chamou muita atenção, foi lançado num pacote especial junto com o GTA 1, e é peça obrigatória para um fanático de GTA (como eu).
No jogo era usada a mesma câmera do primeiro, alguns novos carros, mas nada de muito novo.

 
CHEATS

MCVICAR - 99 Lives
GETCARTER - All Levels, All Weapons, Infinite Ammo, Get Out Of Jail Free card, Armor, 99 lives, 5x Multiplier, Max Wanted Level, Display Coordinates.
FREEMANS - All Levels, All Weapons, Infinite ammo, Get Out Of Jail Free card, Armor, 5x Multiplier.
SWEENEY - Show Coordinates
BIGBEN - 9,999,990 Points
HAROLDHAND - All Cheats
RAZZLE - All Levels
READERWIFE - All Levels
MAYFAIR - Opens Levels 1 and 2
PENTHOUSE - Opens Levels 1 through 3
MCVICAR - 99 Lives
SORTED - All Levels, and All Weapons and Unlimited Ammunition
SIDEBURN - 5x Multiplier
DONTMESS - All Weapons and a Jail Card
TOOLEDUP - Infinite Weapons, Armor and a Get Out of Jail Free card.
GRASS - No Cops
OLDBILL - Maximum Wanted Level

 

 GTA 2 – A Seqüência.
DMA Design
PC – PlayStation - Dreamcast
Outubro 1999




Em Outubro de 1999, a Rockstar decide lançar a verdadeira continuação da série, GTA 2. O jogo é no mesmo estilo dos outros, só um defeito foi criticado pelos gamers, a falta das motos, mas no jogo foram aprimorados os gráficos e o tamanho das cidades. Foi depois de GTA 2, que a série ganhou o apelido de “GTA”, e nunca mais perdeu.

 CHEATS

LIVELONG - God mode
GODOFGTA - All weapons with full ammo
EATSOUP - Free shopping
BUCKFAST - People are more aggressive
GOREFEST - More gore
MUCHCASH - $500,000

 

 GRAND THEFT AUTO III – A Revolução
DMA Design
PC – PlayStation 2 - Xbox
Outubro 2001




Em outubro de 2001, a série GTA realmente evolui, e evolui muito bem, chega de gráficos podres e imagem aérea, em GTA III, a imagem é totalmente 3d.
A cidade palco é Liberty City (é, a mesma de GTA1), baseada em Nova York. Ela é separada em 3 ilhas gigantes, você pode pegar carros, barcos e até pegar carona no metrô! Apesar de não ter motos, GTA foi um sucesso de vendas, e foi ele que alavancou de vez o sucesso da série.
O jogo tbm foi lançado para Xbox, no pacote GTA Double Pack.

 
CHEATS

R2, R2, L1, R2, Left, Down, Right, Up, Left, Down, Right, Up - All Weapons
L2, R2, L1, R1, L2, R2, Triangle, Square, Circle, Triangle, L2, L1 - Blow Up Car
L1, L2, R1, R2, R2, R1, L2, Triangle - Clear Weather
L1, L2, R1, R2, R2, R1, L2, Square - Cloudy Weather
R2, R1, Triangle, X, L2, L1, Up, Down - Crazy Pedestrians
Circle, Circle, Circle, Square, Square, Square, Square, Square, L1, Triangle, Circle, Triangle - Faster Time
L1, L2, R1, R2, R2, R1, L2, X - Fog Weather
R2, R2, L1, L2, Left, Down, Right, Up, Left, Down, Right, Up - Full Armor
R2, R2, L1, R1, Left, Down, Right, Up, Left, Down, Right, Up - Full Heath
Circle, Circle, Circle, Circle, Circle, Circle, R1, L2, L1, Triangle, Circle, Triangle - Get A Tank
R1, L1, R2, L1, Left, R1, R1, Triangle - Great Handling In Car (Press L3 to jump!)
R2, R2, L1, R2, Left, Right, Left, Right, Left, Right - Higher Wanted Level
R2, R2, L1, L1, Left, Down, Right, Up, Left, Down, Right, Up - Lots Of Money
R2, R2, L1, R2, Up, Down, Up, Down, Up, Down - Lower Wanted Level
L1, L1, Square, R2, Triangle, L1, Triangle - Make Cars Invisible
Down, Up, Left, Up, X, R1, R2, L1, L2 - Pedestrians All Hate You
Right, R2, Circle, R1, L2, Down, L1, R1 - Pedestrians Box Each Other
Down, Up, Left, Up, X, R1, R2, L2, L1 - Pedestrians Fight Each Other
L1, L2, R1, R2, R2, R1, L2, Circle - Rainy Weather
Triangle, Up, Right, Down, Square, R1, R2 - Slow Down Gameplay
Triangle, Up, Right, Down, Square, L1, L2 - Speed Up Gameplay
Right, Down, Left, Up, L1, L2, Up, Left, Down, Right - Wear Any Outfit

 
 GRAND THEFT AUTO VICE CITY – Bem vindo a Vice City. Bem vindo aos anos 80 !.
Rockstar North
PC – PlayStation 2 – Xbox
Outubro 2002




Um ano depois de GTA III, a Rockstar decide lançar GTA Vice City, pra mim o melhor GTA, Vice City é inspirado nos anos 80, conta com roupas, músicas e carros fiéis a época. A cidade é baseada em Miami, tem muitos locais legais como o clube Malibu, a concessionária Sunshine Autos, a avenida da praia, muitos edifícios legais.
Vice City veio com tudo, trazendo devolta as motos, e ainda levando a série a um novo patamar: a exploração aérea, em Vice City você pode pegar helicópteros e aviões.
Mas sem dúvida nenhuma, o mais marcante de Vice City ficou por conta das músicas, que tem os maiores sucessos dos anos 80, variando entre rock, pop e até música caribenha e rap.


 GRAND THEFT AUTO DOUBLE PACK – GTA pague 1 e leve 2
Rockstar North – Rockstar Vienna (Xbox)
Playstation 2 – Xbox
Novembro 2003




Esse GTA é só uma combinação entre GTA III e Vice City, em comemoração aos 25 milhões de cópias vendidas. A versão Xbox é feita pela Rockstar Vienna.

GRAND THEFT AUTO SAN ANDREAS – O Carro Chefe
Rockstar North
PC – PlayStation 2 – Xbox
Outubro 2004




San Andreas foi o responsável por uma das maiores novidades na série GTA, as cidades são enormes, a personalização vai desde tunar o carro, até a roupa e cabelo do personagem. Os veículos tomaram um upgrade legal, em San Andreas você controla desde bicicletas, até um caça.
San Andreas não se joga, se vive.
Em San Andreas você literalmente controla tudo do personagem, escolhe a roupa, o corte de cabelo, malha na academia, namora (e até rola um “hot coffee”). Os veículos tbm são customizáveis, nada ao nível NFSUnderground, mas já é um algo a mais.
As cidades são Los Santos, San Fierro e Las Venturras, baseadas respectivamente em Los Angeles, San Francisco e Las Vegas nos EUA. Todas muito bem reproduzidas, com os pontos marcantes das 3 cidades, como as pontes de SF, a placa de LS, e os cassinos e deserto de LV.
A versão de Xbox, ainda vem com alguns especiais como Replay e gráficos melhores.


 
 
 GRAND THEFT AUTO ADVANCE – GTA Portatil
Rockstar North
Game Boy Advance
Outubro 2004




Esta versão é a primeira para os portáteis, baseada no primeiro GTA, é um tipo de continuação, com alguns carros novos e cenários tbm.



GRAND THEFT AUTO LIBERTY CITY STORIES – O Portatil 3d
Rockstar North
PSP
Outubro 2005




A primeira versão digna de um portátil, Liberty City Stories se passa em Liberty City, alguns anos depois de GTA III, uma das novidades mais aclamadas foi a volta de motos a Liberty City, os gráficos são bons, não chegam ao PS2, mas batem de longe o GTA Advance. Você controla Tony Cipriani, um cara que já apareceu em GTA III e volta em LC Stories.



PROTAGONISTAS – Os heróis por trás de GTA




Claude é o personagem principal do GTA III, ele é enganado por sua namorada Catalina durante um assalto, durante o transporte dele no furgão da polícia, o furgão é atacado e ele consegue fugir com um outro bandido, agora Claude terá que fazer dinheiro e tentar vingança com Catalina.



Tommy Vercetti é um Mafioso italiano que vem a Vice City a mando do seu chefe Sonny Forelli, durante uma transação de drogas e dinheiro Tommy cai numa emboscada, seus amigos são mortos e ele foge com Ken Rosemberg. Agora Sony está cobrando seu dinheiro e Tommy terá que conquistar a máfia Vice City pra recuperara a grana dele.
Tommy Vercetti é o personagem mais querido de todos os GTA’s, e meu personagem preferido entre todos! Da-lhe Tommy!



Carl Johnson, CJ para os íntimos, é um cara comum, fugiu para Liberty City depois que seu irmão Brian foi morto, alguns anos depois ele volta com a notícia da morte de sua mãe. Ao chegar em Los Santos ele vê que sua antiga gangue, a Grove Street Families está acabada e perdeu o comando de Los Santos, agora ele tem que ajudar seu irmão e os outros a conquistar San Andreas e tomar devolta o devido respeito, e ainda solucionar o assassinato de sua mãe.

OUTROS PERSONAGENS – E concorrendo a melhor ator coadjuvante…

Catalina

Catalina é a vilã de GTA III, ela abandona seu namorado Claude, deixando ele ser preso. Catalina tbm aparece em San Andreas, toda nervosinha e metida a macho, ela tenta conquistar CJ, mas acaba fugindo pra Liberty City com Claude.

Sonny Forelli

Sonny Forelli é o chefe de Tommy Vercetti, e o mandante da máfia de Liberty City. Ele é muito ambicioso, mas não consegue vencer Tommy, e é morto em seu bar, por CJ em San Andreas.

Ken Rosemberg

Ken Rosemberg é um advogado bem sucedido de Vice City, ele ajuda Tommy a fugir de uma emboscada e junto com ele dominar a máfia Vicecityana. Ele tbm faz participação em san andreas, todo drogado, já não é o velho Ken....

Sweet

Sweet é o irmão mais velho de CJ e o líder da gangue Grove Street families. Ele não se da muito bem com drogas e com sua irmã Kendly. Junto com CJ ele pretende reconquistar o território perdido pela gangue depois da morte de sua mãe.

Oficial Tenpenny e oficial Pulaski

Esses dois são uma pedra no sapato de CJ, eles fazem de tudo pra acabar com a alegria dele. Chegam até a subornar os amigos Smoke e Ryder, e ainda são suspeitos de matar a mãe dele, esses são fdp....

Age of Empires III
 
 

  • ·Editora: Microsoft
  • ·Desenvolvedora: Ensemble Studios
  • ·Data de lançamento: 4 de novembro de 2005
  • ·Plataforma: PC

Foi no adequado recinto do Museu da Marinha em Paris que nós pudemos descobrir a nova versão da série Age of Empires, da Microsoft Games, na presença de Bruce Shelley, Design Senior e co-fundador da Ensemble Studios. Esta terceira versão dá continuidade os episódios narrados em Age of Empires II: The Age of Kings e promete revolucionar o estilo RTS como nós o conhecemos. Estendendo-se sobre um período que vai de 1500 a 1850, Age os Empires III propõe aos jogadores que eles tomem parte na conquista do continente americano com a ajuda de grandes nações européias. Assim, a campanha single player seguirá o destino de uma mesma família através de 24 cenários, três eras e oito atos que começa com a partida dos navios da Europa, para terminar com a conquista do oeste selvagem, pouco antes do início da guerra da secessão.

A conquista do novo mundo

Durante aproximadamente 40 horas de jogo, para um jogador de nível médio, será necessário explorar este novo mundo, estabelecer rotas de comércio, construir um exército para combater as outras nações européias rivais e inclusive forjar alianças com as civilizações indígenas da América do norte e do Sul. Age of Empires III oferece cerca de 12 tribos e o jogador poderá cruzar, entre outras nações, com os Sioux, os Iroquois ou ainda os Astecas. Visando acima de tudo o divertimento, Age of Empires III não faz referência aos massacres e genocídios que infelizmente apoiaram a conquista das Américas. Por ser um tema extremamente sensível, se decidiu muito cedo que os indígenas não seriam representados como selvagens temidos pelos colonos, semelhante ao que pode ser visto em alguns Westerns...

Consequentemente, a equipe da Ensemble optou por integrá-los à paisagem permitindo ao jogador forjar alianças. De certa forma, os indígenas são uma civilização suplementar do jogo, capaz de melhorar as tecnologias do jogador e fazendo parte integrante da estratégia de desenvolvimento e de conquista.

Naturalmente, a saga Age of Empires não seria o que é hoje sem o seu modo multiplayer. Durante uma partida multiplayer, é possível escolher entre as 8 diferentes civilizações européias. Alemães, Ingleses, Espanhóis, Franceses, Holandeses, Otomanos, Russos e Portugueses assim são representados e falados mesmo a sua língua da mesma maneira que as nações indígenas. Como sempre, na série da Age of Empires a escolha da nação terá uma influência fundamental sobre a estratégia de jogo devido às particularidades de cada uma delas. Todas apresentam as suas forças e as suas fraquezas. De resto, foi dada uma atenção muito especial ao modo multiplayer, segundo as palavras de Bruce Shelley, com o desenvolvimento de uma nova versão do sistema ESO (Ensemble Studio Online) criado na ocasião de Age of Mythology. Definitivamente agora ela será voltado para o hardcore gamer e o sistema oferecerá ainda mais suporte para as partidas on line.

Mantenha contato com a sua metrópole

Grande novidade em Age of Empires III, o gameplay foi enriquecido com o conceito de capital. Em qualquer momento durante o jogo, é possível entrar em contato com a sua metrópole na Europa. Esta aporta o seu suporte às companhias exploradoras, o que acrescenta um novo fator estratégico ao jogo. Durante uma partida, o jogador ganha pontos de experiência durante as batalhas ou estabelecendo rotas comerciais. Portanto, ao submeter à sua capital, estes pontos são convertidos em provisões ou reforços militares. Na medida em que a colônia vai evoluindo, a capital também evoluirá e ela poderá oferecer novas opções de abastecimento e liberando novos tipos de soldados ou edificações que assim enriquecerão o sistema de gerenciamento. Visualmente, esta evolução também se traduz por novas construções e uma população cada vez mais importante.

Um detalhe divertido: clicando em um dos transeuntes da capital, este nos gratificará às vezes com reclamações e alguns até mesmo nos revelarão o que eles pensam da nossa conquista. Durante uma partida multiplayer, a capital, com as suas diferentes opções, ainda têm um papel fundamental para nos garantir alguma vantagem. E mesmo que os jogadores escolham a mesma nação, as opções que lhes serão oferecidas serão muito diferentes, com as unidades e construções sendo liberadas em função dos pontos de experiência adquiridos. Naturalmente, a capital também se beneficiará dos avanços tecnológicos de Age of Empires III com gráficos muito bonitos, personagens que interagem uns com os outros para oferecer mais realismo, e mesmo algumas surpresas (reservem uma atenção especial sobre Notre-Dame, por exemplo, vocês poderão se surpreender com um famoso corcunda...).

O mais belo dos RTS

Durante o desenvolvimento de Age of Empires III, a equipe da Ensemble Studios estabeleceu para si a difícil tarefa de oferecer o mais belo RTS jamais criado. Se os primeiros screenshots já eram muito impressionantes, isto não se compara em nada com a experiência do ato de jogar! Baseados na novíssima engine 3D Havoc II, capaz de apresentar um número impressionante de unidades no monitor, os diferentes elementos do jogo podem interagir uns com os outros à imagem das embarcações que balançam sob a ligeira ondulação do mar. Durante os ataques, os danos se localizam no ponto exato do impacto com muitos efeitos de pólvora, partículas e fumaça. De resto, as preocupações com os detalhes continuam presentes por toda parte e isso nós podemos observar nas imagens dos soldados que morrem perdendo capacetes e fuzis, esmagados pelo desmoronamento de construções, ou ainda se chocando contra o cenário, de maneira muito realista, quando são atingidos por uma bala de canhão. Também não é difícil ver uma bala de canhão ricochetear e derrubar algumas árvores na passagem ou ainda atingir um infeliz transeunte. Em qualquer momento, é possível dar um zoom em um determinado ponto do mapa e assim olhar o movimento das suas unidades mais de perto. O jogo de luz também é muito realista com a utilização de "high dynamic range lighting" que permite a execução de efeitos muito próximos da realidade.

É verdade que nós estamos mais acostumados a ver este tipo de efeito visual nos últimos jogos no estilo FPS, mas não especificamente em um RTS que utiliza tecnologias como Pixel shaders, Vertex shaders e bump-mapping. Compatível com DirectX 9, Age of Empires III também implica na disponibilidade de um computador poderoso, ainda que a Ensemble Studios nos assegure que o jogo será otimizado para configurações mais modestas. Um futuro teste nos dará mais detalhes. Entretanto, com relação às máquinas atualmente disponíveis, Age of Empires III escreveu o seu contrato a mão. Com relação ao som, a imersão parece mais completa com um forte ambiente com mais de 2000 de efeitos sonoros distintos e isso sem considerar as diferentes línguas das nações escolhidas e dos povos indígenas!

Requerimentos: Windows XP SP1 ou superior; Processador de 1,4 GHz com 256 MB de memória RAM; Disco Rígido de 2 GB livres; Placa de vídeo 3D com 64MB com suporte para Transformation and Lighting; Placa de áudio com alto-falantes e/ou fones de ouvido; Requisitos para games on-line/multi-player - 56K para acesso discado, banda larga e LAN; Fabricante: MICROSOFT Idioma: PORTUGUES

Download:

Tipo: ISO

Tamanho: 1600 MB (1,6GB)

 Links do download: Link da Pasta (RapidShare)

  __________________________________________
 
O Dragão Chinês



Elenco:

Bruce Lee .... Cheng Chao-an
Maria Yi .... Chow Mei
James Tien .... Hsiu Chien
Yin-Chieh Han .... Hsiao Mi (The Boss)
Malalene .... Mrs.Wuman
Tony Liu .... Hsiao Chiun (Mi's son)
Quin Lee .... Ah Kun
Nora Miao .... Drinkstand owner
San Chin .... Hua Sze
Chao Chen .... Foreman
Chia Ching Tu .... Uncle

Sinopse:

Jovem (Bruce Lee) é levado por seu tio para trabalhar em uma fábrica de gelo, mas descobre que o proprietário é um grande criminoso.Terá, então, que usar seu conhecimento em artes marciais para enfrentar essa perigosa quadrilha.

Ficha Técnica

Título Original: Tang shan da xiong / The Big Boss
Gênero: Artes Marciais
Ano de Lançamento: 1971
Direção: Wei Lo

Informações Técnicas

Tipo: DVDRip
Compactação de vídeo: XVID
Resolução: 640x272 pixels
Taxa de quadros: 23.976 fps (NTSC)
Compactação de áudio: AC3 (2 canais em idiomas asiáticos)
Formato de tela: Widescreen 2.35:1
Duração: 1 hora e 40 minutos

SCREENS







A Fúria do Dragão



Elenco:

Bruce Lee .... Chen Zhen
Nora Miao .... Yuan Le-erh (as Miao Ker Hsiu)
James Tien .... Fan Chun-hsia
Maria Yi .... Yen
Robert Baker .... Petrov
Fu Ching Chen .... Chao
San Chin .... Tung
Yin-Chieh Han .... Feng Kwai-sher
Riki Hashimoto .... Hiroshi Suzuki
Jun Arimura .... Susuki's bodyguard
Chung-Hsin Huang .... Tien
Quin Lee .... Hsu
Feng Tien .... Fan
Yin Chi Lee .... Li
Tony Liu .... Chin

Sinopse:

Quando Bruce Lee descobre que seu venerado mestre foi morto, decide viajar para Xangai para os funerais. Lá investiga as causas, da morte, até conseguir chegar aos assassinos.

Ficha Técnica

Título Original: Jing wu men / The Chinese Connection / Fist of Fury
Gênero: Artes Marciais
Ano de Lançamento: 1972
Direção: Wei Lo

Informações Técnicas

Tipo: DVDRip
Compactação de vídeo: XVID
Resolução: 640x272 pixels
Taxa de quadros: 23.976 fps (NTSC)
Compactação de áudio: AC3 (2 canais em idiomas asiáticos)
Formato de tela: Widescreen 2.35:1
Duração: 1 hora e 45 minutos

SCREENS







O Vôo do Dragão



Elenco:

Bruce Lee .... Tang Lung (a.k.a. Dragon)
Nora Miao .... Chen Ching Hua
Chuck Norris .... Colt
Ping-Ao Wei .... Ho (as Paul Wei Ping-Ao)
Chung-Hsin Huang .... 'Uncle' Wang (as Wang Chung Hsin)
Robert Wall .... Fred (Bob Fred)
Ing-Sik Whang .... Japanese Fighter

Sinopse:

Estamos em Roma, e o couro vai comer! O jovem Tang Lung (Bruce Lee) acaba de chegar para proteger sua amiga e dona de restaurante Cheng Ching Hua (Miao) da extorsão de um bando. A Máfia seqüestra uma criança e tenta mandá-lo de volta para China.

O chefe do bando manda vir dos EUA um perigoso mestre japonês de Hap Ki Do, com o reforço do melhor discípulo do campeão norte-americano de karatê. Tang enfrenta a dupla e esmigalha os dois adversários.

O que Lee não sabe é que, um suposto amigo (na verdade um traidor), vai conduzi-lo ao Coliseu, onde o próprio campeão mundial de karatê (Chuck Norris) o espera. Prepare-se nesse momento para um combate de vida ou morte.

Ficha Técnica

Título Original: Meng long guojiang / Way of the Dragon
Gênero: Artes Marciais
Ano de Lançamento: 1972
Direção: Bruce Lee

Informações Técnicas (versão legendada)

Tipo: DVDRip
Compactação de vídeo: XVID
Resolução: 640x272 pixels
Taxa de quadros: 23.976 fps (NTSC)
Compactação de áudio: AC3 (2 canais em idiomas asiáticos)
Formato de tela: Widescreen 2.35:1
Duração: 1 hora e 40 minutos

Informações Técnicas (versão dublada)

Tipo: DVDRip
Compactação de vídeo: XVID
Resolução: 640x224 pixels
Taxa de quadros: 23.976 fps (NTSC)
Compactação de áudio: MP3 (dublagem em português)
Duração: 1 hora e 28 minutos *

* Esse RIP possui cortes com relação à versão legendada.

SCREENS







Operação Dragão



Elenco:

Bruce Lee .... Lee
John Saxon .... Roper
Kien Shih .... Han
Ahna Capri .... Tania
Angela Mao .... Su Lin (as Angela Mao Ying)
Jim Kelly .... Williams
Robert Wall .... Oharra (as Bob Wall)
Bolo Yeung .... Bolo (as Yang Sze)
Betty Chung .... Mei Ling
Geoffrey Weeks .... Braithwaite
Peter Archer .... Parsons
Ho Lee Yan .... Old man
Marlene Clark .... Secretary
Allan Kent .... Golfer
William Keller .... Los Angeles cop

Sinopse:

De tempos em tempos, o chefão chinês Han (Shih Kien) realiza um torneio de artes marciais em sua ilha-fortaleza, que é apenas uma fachada para o recrutamento de novos distribuidores do ópio que ele mesmo produz. O Serviço Secreto inglês designa Lee (Bruce Lee) para competir no torneio e obter as provas necessárias para condenar Han.

Mas Lee também possui um interesse pessoal na missão, já que o guarda-costas de Han, OHarra (Bob Wall), fora o responsável pela morte de sua irmã (Angela Mao).

Já na ilha, Lee ganha como aliado outro competidor do torneio, o americano Hopper (John Saxon), que testemunha a morte de seu amigo Williams (Jim Kelly) a mando de Han. Sozinhos, os dois terão de derrotar o vilão e sua horda de lutadores.

Ficha Técnica

Título Original: Enter The Dragon
Gênero: Artes Marciais
Ano de Lançamento: 1973
Direção: Robert Clouse

Informações Técnicas

Tipo: DVDRip
Compactação de vídeo: XVID
Resolução: 640x272 pixels
Taxa de quadros: 23.976 fps (NTSC)
Compactação de áudio: AC3 (2 canais em idiomas asiáticos)
Formato de tela: Widescreen 2.35:1
Duração: 1 hora e 42 minutos

SCREENS







Bruce Lee no Jogo da Morte



Elenco:

Bruce Lee .... Billy Lo
Colleen Camp .... Ann Morris
Dean Jagger .... Dr. Land
Gig Young .... Jim Marshall
Tai Chung Kim .... Billy Lo
Biao Yuen .... Billy Lo (as Bill Yuen)
Robert Wall .... Carl Miller
Kareem Abdul-Jabbar .... Hakim
Mel Novak .... Stick
Hugh O'Brian .... Steiner
James Tien .... Charlie Wang
Dan Inosanto .... Pasqual (as Danny Inosanto)
Chuck Norris .... Colt (archive footage)
Roy Chiao .... Henry Lo
Russell Cawthorne .... Surgeon

Sinopse:

A estrela do jovem lutador de Kung Fu, Billy Lo (Bruce Lee) não pára de subir, o suficiente para despertar a cobiça de um "sindicato sem fins lucrativos" dedicado à proteção dos esportistas. Billy se nega a esse controle, e as ciladas mais inesperadas começam a acontecer.

Numa dessas tocaias durante uma filmagem, Billy simula a sua própria morte, para agora se infiltrar na organização e, mesmo sendo um contra todos, arrasá-la por completo!

Crítica

********** SPOILERS **********

A fim de se evitar qualquer tentativa deslocada de ludíbrio opinativo, cabe advertir nestas linhas iniciais que o filme analisado nesse texto é demasiadamente precário.

Contando com um roteiro ridículo, atuações inexpressivas, uma trilha sonora desconexa e uma condução directiva que se reveza entre a ausência e o demérito, “Bruce Lee no Jogo da Morte” é uma das mais gritantes experiências de oportunismo mitológico já produzidas pelo Cinema.

Ainda que tal experiência seja motivada pela pior das intenções (enganar o espectador através da dissimulação nociva de um engodo publicitário), tal filme merece certa divulgação pelo modo involuntário com que enleva até a efetividade suprema os conceitos promulgados por Walter Benjamin sobre a condição (in)existencial da Aura artística na ‘era da reprodutibilidade técnica’. Segundo este polêmico filósofo, Aura seria a “aparição única de uma realidade longínqua, por mais próxima que ela esteja”.

Com a elaboração de tal pressuposto, ele queria dizer que, no Cinema, ao contrário do que acontece nas artes plásticas a partir da época do Renascimento, as obras não possuem mais apenas um ‘original’ residuário.

Ou seja, a produção seriada e massificada dos filmes comporta em seu bojo uma espécie de homogeneidade valorativa para todas as cópias (descontadas eventuais máculas de transporte e/ou conservação), não havendo um determinado recipiente fílmico que se destaque enquanto portador específico de unicidade aural.

No filme aqui apresentado, tal conceito pode ser utilizado como ferramenta de estudo na maneira como se pretende criar um efeito de sacralização antropológica a partir da figura do ator/lutador Bruce Lee, que já havia falecido seis anos antes do lançamento dessa produção.

Isso explica, portanto, o desencadeamento explícito de várias seqüências, que não só pecam pela infimidade conteudística como também pela total inabilidade do diretor em realizar sequer uma colagem fragmentária de modo convincente.

Em virtude de inúmeras interferências no processo de filmagem (que culminaram na morte do astro protagonista), poder-se-ia alegar que o filme tem álibis bastante válidos para ser “ruim” e que os responsáveis por sua finalização devem ser parabenizados pela coragem [ou melhor, pelo descaramento] de concluir a obra planejada.

Nesse sentido, merece destaque a inclusão contumaz de subterfúgios tramáticos imediatistas, que vão desde a ridícula conversação cirúrgica sobre a possível desfiguração facial do personagem Billy Lo (que, afinal, acabou não acontecendo!) até a curiosa opção metalingüística por transformá-lo num astro cinematográfico de artes marciais – tal qual o seu intérprete –, de forma que possam ser reutilizadas, com parcimônia desesperadora, cenas de filmes anteriores.

A cena inicial, por exemplo, é uma suposta remontagem da luta principal de “O Vôo do Dragão” (1972), em que Bruce Lee espanca o vilão interpretado por Chuck Norris nas ruínas do Coliseu romano.

É interessante perceber que esta metalinguagem forçada também serve a interesses específicos do roteiro, como na cena de abertura, em que o protagonista sofre um acidente velado com um iluminador artificial e esse é mais tarde associado às chantagens violentas de um grupo corrupto de sindicalistas esportivos.

À parte as deficiências visíveis do roteiro e desmerecendo o fato negativo de que suas imbricações internas nunca sejam devidamente exploradas e de que a trama negligencie de modo grotesco algumas imprescindíveis demarcações espaço-temporais, vários outros subterfúgios aglutinadores chamam a nossa atenção, como por exemplo o atentado balístico que o protagonista sofre durante a (re)filmagem da cena final de “A Fúria do Dragão” (1971) – quando pula em direção a tiros inevitáveis – e a exibição surpreendente de imagens que parecem remontar ao funeral verídico do próprio Bruce Lee.

Somente por causa destes bons momentos de edição apressada, podemos irrelevar a poluição iracunda de erros cinematográficos que nos absorve durante a amostragem imbecil de pseudo-contracampos do rosto do ator durante seqüências dialogísticas plenamente desleixadas.

À medida que o filme se aproxima de sua (in)conclusão, percebemos que as possíveis transmutações revolucionárias de acaso extra-fílmico presentes no seu caráter compilatório não passam de uma exigência exclusivamente pecuniária, com valor teórico quase nulo.

Assim sendo, acompanhamos uma série de eventos sem importância narrativa que são invalidados pela própria gratuidade com que são abandonados diante da possibilidade de qualquer embate físico. Desse modo, portanto, não sabemos o que acontece à namorada cantora de Billy Lo quando esta é seqüestrada pela gangue que chantageia o seqüestrador.

Por outro lado, temos a relativa vantagem de testemunhar um duelo antológico envolvendo o legítimo Bruce Lee (com menos de 1,70 de altura!) e o jogador de basquetebol Kareem Abdul-Jabbar (com mais de 2 metros de altura e até então utilizado como mero assassino coadjuvante).

Concluída a luta, onde o dragão oriental vence com relativa e compreensível dificuldade o gigante negro, vemos Billy Lo deparar-se como o simulacro parafínico de seu poderoso arquiinimigo.

Descoberta a fraude identitária, ele irrompe sua fúria membruda contra um espelho de fundo falso e alcança o despótico vilão. Em seguida ao assassinato “lícito” que obviamente sucede esta perseguição [licitude esta que deve ser por nós combatida, em nome do sagrado direito à vida humana], vemos o rosto do protagonista ser finalmente isolado por algumas molduras geométrico-lineares, que logo dão vazão a uma série de fragmentos cênicos onde se exibe um dos maiores astros marciais de todos os tempos.

Através de recursos variados de ilusão óptica (o boneco de cera, o espelho, o próprio Cinema), uma nova e interessante ilusão é criada na mente daqueles que se alimentam do ‘star system’ norte-americano. Ainda que o filme talvez não se conscientize de seu potencial desmascarador e especularmente destrutivo, enganações dúbias como esta merecem, no mínimo, o conhecimento popular.

Fosse este um filme assumidamente vanguardista, teríamos aqui uma completa demonstração do desrespeito maciço que pode ser aplicado às convenções mecanizadas da linguagem hollywoodiana. O que fica, porém, dadas as suas características malévolas, é a impressão de que este é um jogo em que a vitória não é tão importante quanto se defende, é apenas um pretexto hipnótico para se conseguir a adesão participativa de alguns espectadores. Por isso mesmo, um passatempo digno de novas rodadas!

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********** SPOILERS **********

Ficha Técnica

Título Original: Game of Death
Gênero: Artes Marciais
Ano de Lançamento: 1978
Direção: Robert Clouse

Curiosidades:

- Em 1972, Bruce Lee começou os preparativos para o filme Game of Death. Um dado curioso é que algumas cenas com Dan Inosanto e com o verdadeiro Bruce Lee foram feitas em um pagode de 5 andares, localizado no Nepal.

- A idéia original de Bruce Lee para esse filme era a presença de um chefe em cada andar, até que, no último andar, Lee encontraria o chefe final. Bruce Lee filmou apenas um terço do que planejava para o filme, cenas de luta em sua maioria, mas morreu antes de concluir a película.

- Apesar de Bruce Lee constar como parte do elenco nos créditos de The Game of Death 2, ele nunca esteve envolvido diretamente na produção do filme. Existem algumas cenas com o verdadeiro Lee, mas retiradas de outros filmes, Operação Dragão e A Fúria do Dragão, além de cenas de seu próprio funeral incluídas como o funeral de seu personagem, Billy Lo.

Informações Técnicas

Tipo: DVDRip
Compactação de vídeo: XVID
Resolução: 640x272 pixels
Taxa de quadros: 23.976 fps (NTSC)
Compactação de áudio: AC3 (idioma original)
Formato de tela: Widescreen 2.35:1
Duração: 1 hora e 40 minutos

SCREENS







O Jogo da Morte 2 / Torre da Morte



Elenco:

Bruce Lee .... Billy Lo/Lee Chen-Chiang
Tai Chung Kim .... Bobby Lo/Lee Chen-Kuo (as Tong Lung)
Jang Lee Hwang .... Chin Ku
Roy Horan .... Lewis
Roy Chiao .... Abbot
Casanova Wong .... Korean Fighter
Hoi San Lee .... Monk Fighter

Sinopse:

O jovem lutador e expoente da família Lo está diante de um enigma: quem teria eliminado, em circunstâncias muito misteriosas, seu mestre Chin Kum? Ele parte para desvendar o crime, sabendo de antemão dos perigos extremos dessa missão!

Aqueles que conseguiram dar cabo do hábil monge também fariam de tudo para repetir o massacre com ele! E agora o risco de estende também ao seu irmão, que sai à sua procura quando ele desaparece!

Curiosidades:

- Esse filme foi realizado por causa da grande demanda por um novo filme de Bruce Lee no Japão após o sucesso de "Bruce Lee no Jogo da Morte" (1978). Como resultado, boa parte do filme foi filmado no Japão, e o roteiro também é focado lá.

Link sobre o DVD / filme

Ficha Técnica

Título Original: Si wang ta / Game of Death II / Tower of Death
Gênero: Artes Marciais
Ano de Lançamento: 1981
Direção: See-Yuen Ng

Informações Técnicas

Tipo: DVDRip
Compactação de vídeo: XVID
Resolução: 640x272 pixels
Taxa de quadros: 23.976 fps (NTSC)
Compactação de áudio: AC3 (idioma original)
Formato de tela: Widescreen 2.35:1
Duração: 1 hora e 26 minutos

SCREENS